A Casa Branca quer encontrar alienígenas. É apenas relações públicas?

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Avi Loeb não precisava de um discurso de vendas. Um representante do Gabinete do Diretor da Intel Nacional o visitou. Ele se inscreveu. Agora ele faz parte do Conselho Consultivo Científico da UAP. Seu trabalho é observar fenômenos aéreos não identificados (UAPs). A Casa Branca quer respostas.

“Eles me chamaram de alô.”

Este não é apenas um clube de hobby. Sinaliza algo maior. Os UAPs não são mais marginais. Eles estão nos prédios do Senado. Eles estão nas notícias. Na quinta-feira da semana passada, o Fórum de Divulgação lotou o escritório do Senado em D.C. Os legisladores participaram de painéis que discutiram tudo, desde segurança nacional até teologia. Se provarmos que essas coisas são estranhas, o que acontecerá? E se eles nem forem da nossa dimensão?

Loeb dirige o Projeto Galileo em Harvard. Ele lidera a caça. Mas o próprio Conselho não tem dinheiro. Apenas reembolso de viagem. É isso. Loeb quer evitar uma câmara de eco. Então ele recrutou um cético.

Michael Shermer dirige a revista Skeptic. Ele odeia ideias ruins. Ele se junta para manter todos com os pés no chão. Para forçar a ciência.

Shermer diz que a maioria dos membros está aberta. Realmente aberto. Não apenas para alienígenas espaciais. Eles estão considerando bolhas de tempo. Seres multidimensionais. Futuros humanos nos visitando.

Shermer ri. Duro.

“Quase todos no comitê… eu nem me incomodaria nesse caminho.” Ele diz que essas ideias violam a física. Ele acha que eles são um absurdo.

O Conselho visa o prestígio. Eles querem que seus artigos sejam publicados em periódicos revisados ​​por pares. Loeb argumenta que o espaço público está cheio de lixo. Alegações infundadas. Mentiras.

“Pode haver alguns diamantes brutos.”

Eles querem encontrar esses diamantes. Para tornar a ciência real.

Depois, há a psicologia. Jennice Vilhauer, psicóloga de Los Angeles, está a bordo. Ela olha para as testemunhas. O que acontece com eles? As pessoas veem coisas. Eles ficam em silêncio. Cinco por cento relatam seus avistamentos. Por que?

Estigma. Temer.

Ela quer estudar esse dano. Os militares ignoram isso. Os médicos descartam isso. Isso precisa de conserto.

Mas o dever principal? Reportando.

O Conselho responde à comunidade Intel. Um quadro secreto. Representantes do Pentágono. O FBI. A Casa Branca.

Loeb não sabe quem está nesse conselho. Trabalho classificado. Segredos.

Shermer adivinha. Talvez a deputada Anna Paulina Luna? Talvez não. Ele suspeita que o governo se preocupa com a tecnologia, não com os alienígenas. Se um UAP ameaça a segurança, isso é interessante.

Shermer acha que a maioria das autoridades acredita que foram criados pelos humanos.

O presidente Donald Trump não está no conselho. Loeb não o conheceu. Trump prometeu desclassificar os arquivos. Alguns vídeos chegaram ao site do Pentágono. Bom o suficiente?

“Não creio que ele esteja diretamente envolvido”, disse Loeb.

O senador Mike Rounds elogiou a transparência. Então ele se calou. O Conselho trabalharia com o Congresso?

“Sinceramente não sei.”

O Conselho não recebe documentos confidenciais. Apenas os restos. Vídeos. Fotos. Arquivos antigos.

Timothy Gallaudet é um veterano da Marinha. Ele vê a limitação. Como você faz engenharia reversa de um mistério a partir de um clipe trêmulo de celular? Você não.

Seu objetivo? Calcule a velocidade. Movimento do mapa. Faça recomendações para estudos adicionais.

Sem garantias. Talvez eles não encontrem nada.

Talvez eles quebrem a física.

Gallaudet permite isso.

“Podemos estar aprendendo alguns novos princípios fundamentais.”

O silêncio permanece.

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